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DIAS PARA O CARNAVAL!

Acadêmicos do Tatuapé

Ficha técnica

Fundação: 26/10/1952

Cores oficiais: Azul e branco

Presidente: Eduardo dos Santos

Vice: Erivelto Gonçalves Coelho

Carnavalesco: Wagner Santos

Diretor de Bateria: Mestre Higor

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Diego e Jussara

Direção de Carnaval:  Eduardo Santos, Erivelto Coelho, Higor Silva, Antônio Carlos (Toninho), Edu Sambista

Diretores de Harmonia: Fabiana Lopes e Giba

Rainha de Bateria: Andrea Capitulino

Madrinha da Escola: Lecy Brandão

Enredo de 2018: "Maranhão. Os Tambores vão ecoar na terra da encantaria"

Intérprete: Celsinho Mody

Melhor colocação no Grupo Especial: 2 títulos (2017 e 2018)

Enredo 2018

Letra do Samba

MARANHÃO, OS TAMBORES VÃO ECOAR NA TERRA DA ENCANTARIA

No mar! Foi no balanço do mar
Que o sonho aportou na Ilha da Magia
Lá tem palmeira onde canta o sabiá
O Sol namora a beleza do lugar
Cenário de poesia
Tantas batalhas nesse torrão
Herança de luta, cultura e amor
Ôôôô, o negro tanto clamou
A liberdade aos pés do Senhor

Ô luar, ô luar
Deixa a gira girar... Crioula
Hoje tem canjerê, feitiçaria, ô
Jêje-nagô, kaô meu pai Xangô

Ê, tem cantoria! Eita povo festeiro!
Teu folclore é tradição
Ê, chora viola
Preta Velha conta história, lendas desse chão

Ô, quebra coco iá iá
Matracas vão embalar
Bumba-meu-boi, meu cazumbá
Ouvindo reggae do bom
É carnaval, vem curtir esse som
É emoção, o meu pavilhão vai girar
Na terra da encantaria
Os tambores vão ecoar

Viva São José, venha me valer
Ilu ayê, ô, ilu ayê
Tatuapé numa linda procissão
Canta sua história... Oh! Maranhão


Compositores: Fabiano Tenor, Mike e Luiz Ramos

Nossa história

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé nasceu no dia 26 de outubro de 1952, fundado por Osvaldo Vilaça, o Mala, e seus amigos. A escola tinha, nessa época, o nome de Unidos de Vila Santa Isabel, em referência e homenagem ao local onde foi fundada, a Vila Santa Isabel.
 
Em 1964, com a mudança da sede para a Rua Antônio de Barros, a escola passou a se chamar Acadêmicos do Tatuapé. Nesta época eram famosas as rodas de samba na Praça da Sé e a batucada da zona Leste era muito respeitada nesses encontros. Sua bateria, comandada por Mestre Sagui, apito de ouro do carnaval paulistano, era muito respeitada por sua cadência e criatividade.
 
Nos anos 1980 viveu uma fase de declínio, culminando em 1986 com a paralisação de suas atividades. Em 1991 e no ano seguinte, a azul e branco voltou aos desfiles no grupo de seleção. Em 1995, voltou a desfilar no Sambódromo paulistano, já no Grupo 2 da UESP.
 
Em 2003, a escola foi a campeã do Grupo de Acesso com o enredo “Abram alas para o Rei abacaxi” e garantindo, depois de 28 anos, o esperado retorno ao Grupo Especial de São Paulo.
 
O auge da agremiação veio em 2017. Cantando o enredo "Mãe África conta a sua história: do berço sagrado da humanidade à abençoada terra do grande Zimbábwe", a Tatuapé conquistou pela primeira vez o título na elite do Carnaval paulistano.

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