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DIAS PARA O CARNAVAL!

Camisa Verde e Branco

Ficha técnica

Fundação: 04/09/1953

 

Cores oficiais: Verde e Branco

 

Presidente: Francisco Pelezão

 

Carnavalesco: Eduardo Caetano

 

Mestre de Bateria: Jeyson Ferro

 

Primeiro Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Gabriel Cruz Golveia e Joice Cristina Brito Prado

 

Diretor de Harmonia: Vicente Buono (Vitché)

 

Intérprete: Alessandro Souza (Tiganá)

 

Colocação em 2018: 7º Lugar -  Grupo de Acesso I

 

Ordem do Desfile em 2019
Grupo Acesso I - Domingo - 03/03
6ª Escola à Desfilar  -  02H00

 

Enredo de 2019: " Orin-Orin, Uma Viagem Sem Fim. Quando os Tambores Ecoam na Floresta, a Barra Funda Está em Festa "

Enredo 2019

Letra do Samba

ORIN, ORIN. UMA VIAGEM SEM FIM. QUANDO OS TAMBORES
ECOAM NA FLORESTA, A BARRA FUNDA ESTÁ EM FESTA!

 

Orin! Orin! Uma viagem sem fim
A Barra Funda, está em festa!
Camisa Verde chegou, manda a tristeza pra lá
Aqui é o meu lugar!

 

No coração da África brilhou
Histórias de um menino sonhador
O tambor anuncia o Rei felino
Nasce pra cumprir o seu destino
Ensinar o mundo que viver é aprender
A paixão supera o preconceito
Transforma a Fera em seu amor
Um beijo de esperança para vida
É um milagre!
A princesa adormecida despertou

 

Vejo o mundo mais bonito
Do tapete voador!
Rouba o nobre, dá ao pobre
É vilão ou salvador?

 

No castelo de gelo, a força do encanto
Faz o corpo arrepiar
O sino que toca ao longe
Esconde a tristeza no olhar
Sonhar é a receita que o “chefe” ensinou
Na vida tudo pode acontecer
A beleza está nos olhos de quem vê
Verde! Verde que te quero todo dia
Nosso faz de conta vai além
O meu personagem é negro também!

 

Compositores: Leonardo Trindade, Marcio Keleque, Thiago de Xangô, Jr. Berin, Rafa do Cavaco, Marcos Vinícius, Lucas Donato, Gabriel Sorriso e Biel.

 

Nossa história

A história da Camisa Verde e Branco já tem mais de um século. Ela começou em 1914, quando foi criado o “Grupo Carnavalesco Barra Funda”, liderado por Dionísio Barbosa.
 
Na época, os homens do grupo saíam pelas ruas da região vestidos de camisas verdes e calças brancas.
 
Durante o Estado Novo, os integrantes do Barra Funda foram confundidos com simpatizantes da Ação Integralista Brasileira, partido político de Plínio Salgado, e por isso foram perseguidos pela polícia de Getúlio Vargas até deixarem de desfilar, em 1936.
 
Depois de 17 anos, em 1953, Inocêncio Tobias, o Mulata, criou um movimento para reorganizar o antigo grupo carnavalesco. Em 4 de setembro, nascia o Cordão Mocidade Camisa Verde e Branco. Logo no seu primeiro ano desfilando como cordão, o Camisa Verde venceu o campeonato com o enredo “IV Centenário”.
 
O Camisa ainda seria campeão como cordão mais quatro vezes: 1968, 1969, 1971 e 1972 (ano este em que os cordões já estavam em decadência com a popularização das escolas de samba). Depois do carnaval de 1972, o Camisa seguiu o caminho natural e, com o fim dos cordões, se tornou uma escola de samba e, dois anos mais tarde, em 1974, conquistou o seu primeiro título do Grupo Especial como escola, feito que se repetiria mais oito vezes.
 
Durante a Ditadura Militar, a escola tentou produzir um enredo sobre João Cândido, herói da Revolta da Chibata, mas a proposta foi censurada pelos generais da época.
 
Após um período de muito sucesso, a virada de século não foi tão boa para o Camisa. Entre o final da década de 2000 e início de 2010, a escola passou ter dificuldades para manter-se no Grupo Especial. A agremiação está no Grupo de Acesso desde 2013.

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