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DIAS PARA O CARNAVAL!

Mocidade Alegre

Ficha técnica

Fundação: 24/09/1967

Cores oficiais: Vermelho, Verde e Branco

Presidente: Solange Cruz Bichara Rezende

Vice: Mestre Sombra

Comissão de Carnaval: Neide Lopes, Carlinhos Lopes e Paulo Brasil 

Diretor de Bateria: Mestre Sombra

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Emerson Ramires e Karina Zamparolli

Diretor de Carnaval: Jr. Dentista

Diretores de Harmonia: Dudu Teixeira, Daniel Sena e Anselmo Moreira

Rainha de Bateria: Aline Oliveira 

Enredo de 2018: “A voz marrom que não deixa o samba morrer”

Intérpretes: Tiganá e Ito Melodia

Melhor colocação no Grupo Especial: 10 títulos (1971, 1972, 1973, 1980, 2004, 2007, 2009, 2012, 2013 e 2014)

Enredo 2018

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Letra do Samba

A VOZ MARROM QUE NÃO DEIXA O SAMBA MORRER

Mãe negra, baila seu sonho no ar
Exala o canto da flor mais bela
“O sol há de brilhar mais uma vez”
O povo desce o morro para consagrar
A voz que eterniza a força do nosso cantar
Na gira do jongo que invade o terreiro
Faz do samba de roda, um batuque feiticeiro
Numa linda “aquarela”
Marrom é o tom da nossa canção
É raiz da resistência, a negra inspiração

São Luís do Maranhão, ilha do amor
Onde o canto da menina... Ecoou
A batida do tambor, é pro Santo abençoar
Bumba meu boi, festança popular

Mulher,
Toda forma de amar se traduz em você
O dom de tocar corações
Encantar, provocar emoções
“À flor da pele” declama “delírios de amor”
Mangueira, sua paixão, estação primeira
No chão de esmeraldas em Mangueira
Refloresce a cada carnaval
No “amanhã” verde e rosa,
Ao sambista mais novo,
Deixa um pedido final

Não deixe o samba morrer
Não deixe o samba acabar
Na Mocidade, vem ver, o nosso povo cantar
A poesia sorriu ao falar de emoção
Em sua voz, Marrom!


Compositores: Biro Biro, Gui Cruz, Imperial, Luciano Rosa, Portuga, Rafael Falanga, Rodrigo Minuetto e Vitor Gabriel

Nossa história

A Mocidade Alegre foi fundada em 24 de setembro de 1967. A inauguração da sede e quadra de ensaios da agremiação aconteceu após três anos, em 1970, na Avenida Casa Verde. Anterior a essas datas, em 1950, os fundadores Juarez Cruz, seus irmãos Salvador Cruz e Carlos Cruz, e mais dois amigos já saiam fantasiados de mulher pelas ruas da região central da cidade, com o grupo intitulado “Bloco das Primeiras Mariposas Recuperadas do Bom Retiro”.
 
Os foliões faziam alusão às situações que aconteciam na época, como a recuperação dos bondes e o fechamento dos prostíbulos do bairro de Bom Retiro. Em 1963, a escola teve pela primeira vez a participação de uma mulher. Neide, esposa do Sr. Salvador Cruz, desfilou fantasiada de palhaço assim como os demais participantes do grupo.
 
O termo “Morada do Samba” foi criado por um integrante da escola que sintetizava os principais objetivos da diretoria comandada por Juarez: abrir as portas da Mocidade para qualquer sambista, de qualquer co-irmã, qualquer pavilhão… um lugar para o sambista se sentir em casa.
 
A preocupação com a cultura também foi uma das características mais fortes da Mocidade logo nos primeiros anos. Isso baseou-se tanto na difusão da cultura sambística para fora da escola ,como na absorção de repertórios culturais externos para enriquecimento intelectual da comunidade.
 
A Morada do Samba também teve a honra de ser a primeira escola de samba a ser convidada pelo Ministério da Cultura a representar o samba paulistano na Europa, viajando para a Ilha da Madeira. Foi na década de 1970 que foi implantado o Departamento Cultural, que teve no professor Ivo Rodrigues uma de suas figuras mais emblemáticas.
 
A rápida ascensão reservou à Mocidade Alegre muitas vitórias conquistando o título de pentacampeã do Grupo Especial entre os anos de 1969 e 1973. Dos mais recentes troféus de campeã estão as premiações em 2004, 2007, 2009, e o glorioso tricampeonato alcançado de 2012 a 2014.

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