3 9 ,

DIAS PARA O CARNAVAL!

Mocidade Alegre

Ficha técnica

Fundação: 24/09/1967

 

Cores oficiais: Vermelho, Verde e Branco

 

Presidente: Solange Cruz Bichara Rezende

 

Vice: Mestre Sombra

 

Comissão de Carnaval: Alcineide Lopes, Carlos Lopes, Marcio Gonçalves e Paulo Brasil

 

Mestre de Bateria : Sombra

 

Primeiro Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Emerson Ramires e Karina Zamparolli

 

Diretor de Carnaval: João Lola Júnipr (Jr. Dentista)

 

Diretores de Harmonia: Eduardo Teixeira,  Anselmo Moreira e Roberto Quaglio

 

Rainha de Bateria: Aline Oliveira 

 

 Intérpretes: Igor da Silva Moreira (Igor Sorriso)

 

Colocação em 2018: Vice Campeã do Grupo Especial

 

Ordem do Desfile em 2019:
Grupo Especial - Sábado - 02/03
3ª Escola à Desfilar - 00H40

  

Enredo de 2019: “ Ayakamaé - As Águas Sagradas do Sol e da Lua ”

Enredo 2019

 

Letra do Samba

AYAKAMAÉ
AS ÁGUAS SAGRADAS DO SOL E DA LUA

 

Meu canto é guerreiro, sou Mocidade
Vermelho no sangue e na cor
Vou pelas águas que Tupã abençoou
Amazonas, meu amor! (Amazonas... Amazonas, meu amor!)

 

Eu sou... o verdadeiro dono dessa terra
Mareja em meu olhar, todo o encanto dessas águas
Ayakamaé... um rio de amor
Deságua em ti, das lágrimas de prata do luar
Em noite proibida de amar
O brilho que aquece a manhã
Um santuário de vida floresceu
Na proteção de bravos Manaós
Yara seduz ao cantar
Na correnteza a caminho do mar

 

Ariê auê... na mata ecoou
O toque do tambor
Na reza do pajé um ritual
Do Rio Sagrado a cura pra vencer o mal

 

Ê... caboclo da pele morena,
Que faz da palha trançada um poema
Prá descrever... todo o suor da sua lida
A fé conduz... nesse banzeiro a sua vida
O sol... beijando as águas ao entardecer
Encontra a lua prá fazer valer
A jura eterna de uma paixão
Transbordam dentro do meu peito,
As águas da inspiração,
Que faz “Morada” em cada coração

 

Compositores: Biro Biro, Gui Cruz, Imperial, Maradona, Portuga, Rafael Falanga, Rodrigo Minuetto, Turko e Vitor Gabriel

Nossa história

A Mocidade Alegre foi fundada em 24 de setembro de 1967. A inauguração da sede e quadra de ensaios da agremiação aconteceu após três anos, em 1970, na Avenida Casa Verde. Anterior a essas datas, em 1950, os fundadores Juarez Cruz, seus irmãos Salvador Cruz e Carlos Cruz, e mais dois amigos já saiam fantasiados de mulher pelas ruas da região central da cidade, com o grupo intitulado “Bloco das Primeiras Mariposas Recuperadas do Bom Retiro”.
 
Os foliões faziam alusão às situações que aconteciam na época, como a recuperação dos bondes e o fechamento dos prostíbulos do bairro de Bom Retiro. Em 1963, a escola teve pela primeira vez a participação de uma mulher. Neide, esposa do Sr. Salvador Cruz, desfilou fantasiada de palhaço assim como os demais participantes do grupo.
 
O termo “Morada do Samba” foi criado por um integrante da escola que sintetizava os principais objetivos da diretoria comandada por Juarez: abrir as portas da Mocidade para qualquer sambista, de qualquer co-irmã, qualquer pavilhão… um lugar para o sambista se sentir em casa.
 
A preocupação com a cultura também foi uma das características mais fortes da Mocidade logo nos primeiros anos. Isso baseou-se tanto na difusão da cultura sambística para fora da escola ,como na absorção de repertórios culturais externos para enriquecimento intelectual da comunidade.
 
A Morada do Samba também teve a honra de ser a primeira escola de samba a ser convidada pelo Ministério da Cultura a representar o samba paulistano na Europa, viajando para a Ilha da Madeira. Foi na década de 1970 que foi implantado o Departamento Cultural, que teve no professor Ivo Rodrigues uma de suas figuras mais emblemáticas.
 
A rápida ascensão reservou à Mocidade Alegre muitas vitórias conquistando o título de pentacampeã do Grupo Especial entre os anos de 1969 e 1973. Dos mais recentes troféus de campeã estão as premiações em 2004, 2007, 2009, e o glorioso tricampeonato alcançado de 2012 a 2014.

Últimas notícias Ver todas