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DIAS PARA O CARNAVAL!

Pérola Negra

Ficha técnica

Fundação: 07/08/1973

Cores oficiais: Vermelho, azul, branco e preto

Presidente: Sheila Monaco

Vice: Carlinhos Barbosa

Carnavalesco: Anselmo Brito

Diretor de Bateria: Mestre Fernando Neninho

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeiro: Leno Tomaz e Eliana Salas Leite

Diretores de Carnaval: Giovana Monaco e João Ricardo Alexandre (Jhony)

Diretores de Harmonia: Fabio (Boy) e Rafael Valerio

Rainha de Bateria: Angelica Ramos

Enredo de 2018: “Numa viagem arretada por terras nordestinas, a Joia Rara do Samba embarca rumo ao maior São João do Mundo: Campina Grande”

Intérprete: Daniel Colette

Melhor colocação no Grupo Especial: 5º lugar (1976 e 1979)

Enredo 2018



Letra do Samba

NUMA VIAGEM ARRETADA POR TERRAS NORDESTINAS, A JOIA RARA DO SAMBA EMBARCA RUMO AO MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO: CAMPINA GRANDE

Olhe pro céu, veja a lua reluzir
Se achegue mais, meu amor, o trem já vai partir
Sou mais um cabra da peste,
Rumo ao nordeste, pro maior São João
Tem festança e alegria no arrasta-pé
Pra desbravar esse mundão
Oh, minha Nossa Senhora! Valei-me meu Padim Ciço!
Nos guiai por essa terra de gente arretada
Pelo sol tão castigada

Vou bater tambor, me carregar de Axé
Cantoria a noite inteira, êta povo de fé!
Vem dançar o frevo, jogar capoeira
Bumba meu boi, vai levantar poeira

O teu sabor é bom demais,
Gostoso é o tempero que “mainha” faz
Do folclore, a cultura popular
Arte e bravura, tanta história pra contar
Um céu bordado de estrelas
Enfeita a noite do sertão
No meu destino, fogueiras e balões
Um chamego do meu xodó
Puxe o fole sanfoneiro,
Que hoje o samba vai virar forró

Se avexe não, se avexe não, vem pra cá...
A Vila Madalena é o meu lugar!
Pérola Negra eu sou, nos trilhos do sertão
Campina Grande é festa, é tradição!


Compositores: Edilson Casal, Rodrigo Minuetto, Rodolfo Minuetto, Victor Sampaio, Felipe Dingo, Portuga, Gui Cruz, Luciano Rosa e Vitor Gabriel

Nossa história

Do sonho e da união de sambistas do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos de Vila Madalena e Bloco Boca das Bruxas surge a Escola de Samba Pérola Negra. O nome apareceu da visão de seus fundadores por ser a Pérola Negra uma joia rara, usando a alusão de “A Joia Rara do Samba”. Outra versão é que seu nome é sugestão de seu fundador, que observava uma garrafa da cerveja Pérola Negra.
 
Sua estreia no Carnaval paulistano ocorreu no ano de 1974, levando para a avenida São João o tema enredo “Piolim, Alegria Circo História”, resultado: Pérola Negra campeã do Grupo 3 da UESP.
 
Com esse resultado surpreendente, pessoas ainda indecisas resolveram aderir ao projeto e no Carnaval de 1975, quando contagiaram a avenida com o enredo “A São Paulo de Adoniran”, o resultado não poderia ser outro senão: Pérola Negra, campeã do Grupo 2 da UESP. Em 1976, com o enredo “Portinari, Pintor do Povo”, passou a fazer parte da elite do Carnaval paulistano, tornando-se a "febre" do momento.
 
Tiveram vários momentos inesquecíveis de glórias e desafetos, alegrias e tristezas, mas sem perder a paixão pelo samba que é a nossa alegria palavras bem lembradas na letra do nosso hino; composto pelo poeta Pasquale Nigro, compositor e um dos idealizadores da escola. Morador da tão singular comunidade da Vila Madalena e ainda ativo nos assuntos da escola.
 
A Pérola Negra está localizada em uma região da cidade de São Paulo que vem se valorizando nos últimos tempos, a Vila Madalena. Mas a sua presença no lugar vem desde quando a Vila era um bairro de operários e ainda não tinha todo o agito dos dias atuais.

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