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DIAS PARA O CARNAVAL!

Tom Maior

Ficha técnica

Fundação: 14/02/1973

 

Cores oficiais: Vermelho, amarelo e branco

 

Presidente: Luciana Silva

 

Carnavalesco: André Marins

 

Mestre de Bateria: Carlão

 

Primeiro Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Jairo Silva e Simone Gomes

 

Diretores de Harmonia: Yves Alexeiv, Judson Sales, Jurandie Motta (Jura)

 

Rainha de Bateria: Pâmella Gomes

 

Madrinha da Escola: Andréia Gomes

 

Intérprete: Bruno Ribas

 

Melhor colocação no Grupo Especial: 4º lugar (2018)

 

Enredo de 2019:  " Penso... Logo existo – As Interrogações do Nosso Imaginário em Busca do Inimaginável "

Enredo 2019

Letra do Samba

PENSO, LOGO EXISTO. AS INTERROGAÇÕES DO NOSSO IMAGINÁRIO, NA BUSCA DO INIMAGINÁVEL

De onde vim? Pra onde vou?

Eis o mistério a resolver

O amanhã, não sei, o que será

Quem irá me responder?

Sempre em transformação

É a teoria da evolução

Do fruto proibido, o paraíso perdido

Seguindo com fé, é deus quem me guia

Na crença ou na mitologia

Vai resplandecer a luz que existe em você

 

Destino traçado na palma da mão

Nas cartas do tarot, mais uma previsão

O brilho da lua a noite revela

Tem sorte quem nasce virado pra ela

 

Se querer é poder, eu vou criar

Buscar na ciência, superar

Uma alquimia! E quem diria

No azul do céu voar

Se tudo é relativo no meu carnaval

O sonho hoje é muito mais real

Será que “nesse mundo” estou sozinho?

Depois do fim, qual o caminho?

Segredos da imaginação

Mas se um dia alguém vier me perguntar

Vermelho e amarelo é o meu dna

Eu quero ver quem vai duvidar!

 

É coisa de pele, além da razão

É impossível viver sem meu pavilhão

O meu coração disparou

Em tom maior, meu grande amor

 

Compositores: Carlos Jr, Didi Pinheiro, Paulinho Miranda, Beah, Biel, Marcos Vinicius, Lucas Donato, Fabiano Sorriso e Carlos Dórea

Nossa história

Embalada pelos versos de Martinho da Vila (“Vai ter de amar a liberdade, só vai cantar em tom maior, vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor”), a Tom Maior nasceu em 14 de fevereiro de 1973. Em plena ditadura militar, era um grito de liberdade de sambistas, que apostavam na renovação do Carnaval, e de estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que sonhavam com novos rumos políticos para o país.
 
Desde a fundação, a escola tem a diversidade como uma de suas marcas. Eram homens e mulheres, negros e brancos, jovens e sambistas experientes, liderados por Hélio Bagunça – dissidente da co-irmã Camisa Verde e Branco. O primeiro desfile foi em 1974, no Grupo 3 (hoje Grupo 1 da UESP). 
 
A falta de uma sede própria e os ensaios realizados nas ruas fizeram com que a Tom Maior mudasse de endereço diversas vezes. A origem foi no bairro do Sumaré mas, ao longo do tempo, a escola passou por Pinheiros, Vila Madalena, Sumarezinho, Cerqueira César, Bom Retiro e Piqueri, onde está atualmente.
 
Em 1976, a agremiação cantou “A Feira” e garantiu o vice-campeonato do Grupo de Acesso conquistando, assim, a sua primeira oportunidade no Grupo Especial do Carnaval de São Paulo. O melhor resultado até hoje foi o quinto lugar alcançado em 2008.
 
A Tom Maior é uma escola verdadeiramente popular, que faz parte da memória e da vida da cidade. É uma referência importante para os sambistas paulistanos, levando adiante as raízes destes ideais que, com certeza, têm contribuído para um Brasil melhor.

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