Barroca Zona Sul

Ficha técnica

Fundação: 07/08/1974

 

Cores oficiais: verde e rosa

 

Presidente: Ewerton Rodrigo Ramos Sampaio (Cebolinha)

 

Vice-presidente: Rosely Barbosa

 

Comissão de Carnaval: Carlos Yuri Aguiar Pereira, Rodrigo Meiners e  Rogério dos Santos Monteiro

 

Mestre de Bateria:  Acerola de Angola e Fernando Negão

 

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Igor Sena e Lenita Magrini

 

Diretor de Carnaval: Marcus Paulo Tibechrani (Marcão)

 

Diretores de Harmonia: Angélica Barbosa da Silva, João Carlos Nascimento e Raphael Maslionis

 

Rainha de bateria: Renata Spallicci

 

Intérprete: Pixulé

 

Coreógrafos da Comissão de Frente: Thaís Seixas Caprino e Alexandre José Batista

 

Colocação em 2019: 2º lugar -  Grupo de Acesso I

 

Ordem do Desfile em 2020
Grupo Especial - Sexta-feira - 21/02
1ª escola a desfilar  - 23h15

 

Enredo de 2020: “Benguela... a Barroca Clama a Ti, Tereza"

Enredo 2019

Letra do Samba

 

BENGUELA... A BARROCA CLAMA A TI, TEREZA

 

No caminho do amanhã... Obatalá
É a luz que vem do céu... clareia
Vem de Benguela o clamor de liberdade
Barroca pede tolerância e igualdade

 

Axé, Tereza
Divina alteza meu tambor foi te chamar
Sua luz nessa avenida
Incorpora a chama Yabá
Da magia irmanada por Odé
Não sucumbe a fé, traz a luta de Angola
E a corrente arrastou pro sofrimento
Um sentimento, valentia quilombola
Reluz o ouro que brota em seu chão
Desperta ambição, mas há de raiar o dia
Do Guaporé ser voz de preservação

 

Em plena floresta... auê auê
Resistência na aldeia... Quariterê
Na mata, sou mestiço, guardião
O meu grito de guerra é por libertação

 

O nosso canto não é apenas um lamento
A coragem vem da alma de quem ergueu o parlamento
Do castigo na senzala à miséria da favela
O povo não se cala, oh Tereza de Benguela
Vem plantar a paz por essa terra
A emoção que se liberta
E a pele negra faz a gente refletir
Nossa força, nossa luta
De tantas Terezas por aí

 

Compositores: Sukata, Morganti, Jairo Roizen, André Valêncio, Tubino Meiners, Pixulé, Marcos Thiago, Acerola de Angola e Emerson Franco (In memoriam)

Nossa história

Criada na Vila Mariana, a história da Sociedade Recreativa Beneficente Faculdade do Samba Barroca Zona Sul começou lá pelos anos 1970.
 
Na região vivia o sambista Sebastião Eduardo Amaral, conhecido por “Pé Rachado”, presidente na época da Vai-Vai. Após sair da agremiação, ele passou pela Nenê de Vila Matilde, Camisa Verde e Branco, e até mesmo a carioca Estação Primeira de Mangueira.
 
Foi no Rio de Janeiro que o mestre Cartola incentivou Pé Rachado a montar sua própria escola. E assim aconteceu. Na noite do dia 7 de agosto de 1974, o sambista reuniu seus filhos e alguns seguidores, como Edney, Zé Carlinhos, Chiquinho, Gregório, Dona Lurdes, entre tantos outros, para a fundação da nova agremiação.
 
O nome da escola foi sugerido por Valter Japão e as cores, verde e rosa, foram uma homenagem à escola de Cartola, que mais tarde viria também a São Paulo para batizar a nova agremiação.
 
"Barroca" foi uma referência ao Campo Barroca, do time de futebol Portuguesinha da Vila Mariana, campo de terra batida onde os batuqueiros do bairro se reuniam em rodas de samba nos finais de semana.
 
Em 1977 a escola fez sua quadra na Rua Paulo Figueiredo com a Avenida Água Funda, atualmente chamada Ricardo Jafet e, claro, sua inauguração contou com o padrinho Cartola e sua esposa Dona Zica, além da Estação Primeira de Mangueira.
 
Já em 1986, a Barroca Zona Sul mudou sua sede, transferindo seus ensaios para a Rua Santo Irineu. E hoje, assim como diversas outras agremiações, apresenta-se no Sambódromo do Anhembi, tendo como melhor resultado da história a quinta posição do Grupo Especial em 1982, 1985 e 1990.

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