Colorado do Brás

Ficha técnica

Fundação: 01/10/1975

 

Cores oficiais: vermelho e branco

 

Presidente: Antônio Carlos Borges (Ka)

 

Vice-presidente: Gilson Ramalho

 

Carnavalesco: Leonardo Catta Preta

 

Mestre de Bateria: Allan Meira

 

Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Ruhanan Pontes e Ana Paula

 

Diretor de Carnaval: comissão de Carnaval

 

Diretores de Harmonia: Diego de Oliveira Gonzaga, João Daniel Alves Ferreira e Natalia Garrido

 

Rainha da Bateria: Muriel Quixaba

 

Intérprete: Chitão Martins

 

Coreógrafo da Comissão de Frente: Wangles Kelson

 

Colocação em 2019: 11º lugar - grupo Especial

 

Ordem do desfile em 2020:
Grupo Especial - Sábado - 22/02
2ª escola a desfilar - 23h35

 

Enredo: “Que Rei Sou Eu?”

Enredo 2019

Letra do Samba

QUE REI SOU EU? 

 

O luar do Maranhão clareia
Meu samba na veia
O sonho só começou
Meu povo querendo mais
Eu sou Colorado do Brás

 

Se cada um escreve seu destino…
O meu foi conduzido pelo Criador
Um órfão, um guerreiro, um menino
“O escolhido”, que rei eu sou???
“No clamor desejado” capitão de Deus
Herdeiro esperado por toda nação
De nobres e plebeus
Ao santo flechado, mais que devoção…
Meu nome virou uma lenda
A coroa me fez Dom Sebastião

 

Pode acreditar… louco eu não sou
Missionário sonhador...
Marejado na retina
Consagrado… luz Divina 
Abençoado… fiel desbravador

 

Lá no Marrocos segui a minha missão
Sumi do mapa, ficou a interrogação
Por onde está nossa alteza?
Na Índia ou habitando mosteiro
Preso, misterioso em Veneza
É o povo em busca do meu paradeiro…
Mas, a realidade é que sempre estive aqui
No Belo Monte ou na Praia dos Lençóis
A alegria do Brasil eu descobri
É o presente que há em cada um de nós
E o touro encantado é minha magia
Vermelho e branco, encantaria
Numa só voz…

 

Compositores: Márcio Pessi, Evandro Bocão, Moisés Santiago, Edson Dafféh, Marcelo Valença e André Diniz

Nossa história

A história da escola Colorado do Brás começa no dia 1º de outubro de 1975, a partir de uma reunião entre amigos com o comum objetivo de divulgar a cultura popular brasileira e desenvolver projetos sociais para atender a comunidade mais carente da região do Brás.
 
Em parceria com diversos moradores do bairro, Sr. José Preto, D. Marta, Percival, Tino e Tuia deram início à história da Colorado do Brás.
 
A agremiação herdou o nome do time de futebol do qual seus fundadores eram membros. Com o passar dos anos, tornou-se uma grande escola de samba, chegando a participar do Grupo Especial.
 
Reconhecida como Entidade de Utilidade Pública, a escola sempre lutou para manter e ampliar os projetos sociais que desenvolvia para a comunidade – a exemplo do projeto Kinderê, que formou profissionais em várias áreas de atuação.
 
Em 1991, conquistou um espaço social localizado na Rua Carlos de Campos, no bairro do Pari. Essa vitória impulsionou os trabalhos e a escola retornou ao Grupo Especial por mais dois anos, em 1992 e 1993.
 
No final da década de 1990, a história de sucesso da escola teve um declínio, reflexo de sucessivas administrações conturbadas que levaram ao encerramento dos projetos sociais e à perda da quadra. Em 2008, ainda no Grupo 1, a escola conquistou um espaço na Rua Miguel Paulo Capalbo, no mesmo bairro do Pari que passou a ser seu berço na década de 90.
 
No último Carnaval, em 2017, a Colorado ficou com o terceiro lugar na disputa do Grupo de Acesso.

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